domingo, 18 de setembro de 2011


Me vêm em momento,
O silencio
Onde atento tento me localizar,
Não dá,
Onde estou?
Quem sou?
Onde vou?
Creio que a lugar algum,
Mas nenhum ser
Se sabe ser o que se quer ser.
Me encontro
No desencontro com o conto
Passado.
Hoje atrasado
Posso perder o trem das sete
Horas.
Que passa e leva consigo
Os segundo precioso da hora
Escrita.
Da linha bonita,
Não como Anita.
Na tentação da vida,
Mas está justifica o momento,
Viver.
Com prazer puro,
Longe dos...
Longe deles...
Longe daqueles... que lhe levaram realmente a desarmonia,
A musica tocava,
Onde você realmente estava?
Em nenhum lugar.
Não espero lhe encontrar e nem me encontrar.
Estou lá intacto no tempo,
Sem momento, pensamento julgas-me?
Até quando?
Deixe este ir ao espetáculo,
Sem palco, sem artistas.
Ao circo do palhaço sem futuro.

autor: desconhecido

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